A medida havia sido anunciada na semana passada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, mas só hoje foi regulamentada pelo CMN.
O conselho também remanejou o orçamento das linhas para aquisição de bens de capital. O limite da linha de aquisição ônibus e caminhões por empresas caiu de R$ 17,5 bilhões para R$ 10,5 bilhões. Em contrapartida, o limite para as linhas de compra desses bens por pessoas físicas passou de R$ 1 bilhão para R$ 2 bilhões e o orçamento da linha de crédito para a compra de demais bens de capital aumentou de R$ 12 bilhões para R$ 18 bilhões.
Segundo o chefe da Assessoria Econômica do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, os remanejamentos foram necessários para atender à demanda pelas linhas de crédito. "Verificamos que a demanda pela compra de ônibus e caminhões por parte dos empresários está menor que o esperado, mas está maior nas outras linhas", explicou. As informações são da Agência Brasil.
(Redação - Agência IN)