No documento, o Fed afirmou que manterá os juros baixos por um período prolongado, e reconhece que a economia norte-americana está ganhando força.
Mesmo assim, Wall Street operou de lado e não definiu tendência. Diante disso, o Dow Jones recuou 0,10%, para os 10.441 pontos; o Nasdaq ganhou 0,27%, para os 2.206 pontos; e o S&P 500 subiu 0,11%, para os 1.109 pontos
Já as bolsas europeias fecharam valorizadas, quando ainda esperavam pela decisão do Banco Central dos Estados Unidos. O FTSE-100, de Londres, avançou 0,65%, aos 5.320 pontos; o DAX, de Frankfurt, subiu 1,58%, aos 5.903 pontos; e o CAC-40, de Paris, ganhou 1,09%, aos 3.875 pontos.
Por aqui, a bolsa brasileira inverteu tendência perto do encerramento da sessão, acompanhando a redução de ganhos em Wall Street. Ao final dos negócios, o Ibovespa marcou desvalorização de 0,99%, aos 68.622 pontos. O giro financeiro teve recorde ao registrar R$ 16,9 bilhões, em meio ao exercício de opções sobre ações.
Na Argentina, o índice Merval avançou 0,67%, aos 2.229 pontos.
Nas commodities, o barril do petróleo terminou com alta superior a 2%, refletindo recuo das reservas da matéria-prima no mercado internacional. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em janeiro, subiu 2,7%, cotado a US$ 72,63 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). E o barril do tipo Brent, com vencimento em janeiro, avançou 2,1%, negociado a US$ 73,56 no ICE Exchange de Londres.
Na renda fixa, dados sobre o mercado de trabalho contribuíram para o avanço na curva de juros futuros. O Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2011 apontou taxa anual de 10,48%. No câmbio, o dólar fechou em queda, vendido a R$1,75.
(Redação - Agência IN)