Diante disso, as bolsas norte-americanas fecharam em baixa. O Dow Jones recuou 0,47%, para os 10.452 pontos; o Nasdaq perdeu 0,50%, para os 2.201 pontos; e o S&P 500 caiu 0,55%, para os 1.107 pontos.
Já os índices europeus terminaram em direções opostas, repercutindo dados econômicos norte-americanos e do próprio continente. No Reino Unido, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) apresentou inflação de 1,9% nos últimos doze meses até novembro, contra alta de 1,5% no período encerrado em outubro. O FTSE-100, de Londres, recuou 0,56%, aos 5.285 pontos; o DAX, de Frankfurt, subiu 0,16%, aos 5.811 pontos; e o CAC-40, de Paris, ganhou 0,10%, aos 3.834 pontos.
Por aqui, após um dia de instabilidade nos negócios, o Ibovespa encerrou com recuo de 0,06%, aos 69.310 pontos. O giro financeiro da bolsa ficou em R$ 4,67 bilhões. Após a bolsa subir mais de 80% nesse ano, o movimento é marcado por uma realização de lucros natural.
Por sua vez, o índice Merval, da bolsa de valores de Buenos Aires, terminou com queda de 0,07%, aos 2.214 pontos.
Nas commodities, o barril do petróleo terminou valorizado no mercado internacional, devido ao crescimento acima do esperado da produção industrial dos Estados Unidos, o que sinaliza maior demanda por combustíveis. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em janeiro, subiu 1,6%, cotado a US$ 70,64 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). E o barril do tipo Brent, com vencimento em janeiro, recuou 0,23%, negociado a US$ 72,06 no ICE Exchange de Londres.
Na renda fixa, as projeções de juros embutidos nos certificados de Depósito Interfinanceiro (DI) fecharam com avanço. O DI com vencimento em janeiro de 2011, apontou taxa anual de 10,42%. No câmbio, a moeda norte-americana fechou em alta, vendida a R$ 1,75.
(Redação - Agência IN)