Segundo analistas, a percepção de que a turbulência nos Emirados Árabes não deve ser o início de um novo mergulho da economia mundial faz com que investidores voltem a comprar ativos de risco. E o desinteresse pelo dólar vai se materializando na procura pelas commodities, em especial pelo ouro, que persiste na tendência de alta reforçando prognósticos de que buscará US$ 1.200 no curto prazo.
Neste cenário, a expectativa com a agenda forte de indicadores da semana segura uma queda mais acentuada do dólar frente a seus principais concorrentes. Internamente, ainda pesa sobre o câmbio a expectativa por medidas cambiais, que podem manter a moeda ao redor de R$ 1,74.
Hoje, as atenções se voltam a três indicadores importantes nos EUA, são eles: atividade industrial do ISM, com expectativa de queda em novembro; gastos com construção em outubro (-0,5%) e vendas pendentes de imóveis residenciais, com projeções de queda de 1% em outubro. Além disso, Charles Plosser do Federal Reserve da Filadélfia fala sobre economia.
(Simone e Silva Bernardino - Agência IN)