Diante disso, as bolsas norte-americanas, que estiveram fechadas ontem por conta do feriado de Ação de Graças, repercutiram hoje a possibilidade de calote de Dubai e fecharam em terreno negativo. Ao final da sessão, o índice Dow Jones registrou retração de 1,48%, para 10.309 pontos; o Nasdaq desvalorizou 1,73%, para 2.138 pontos e o S&P 500 recuou 1,72%, para 1.091 pontos.
Em sentido oposto, os índices europeus recuperaram suas posições e terminaram com ganhos. Na zona do euro, o índice que avalia o sentimento econômico avançou para 88,8 pontos em novembro deste ano. Diante disso, o FTSE-100, de Londres, ganhou 0,99%, aos 5.245 pontos; o DAX, de Frankfurt, avançou 1,27%, aos 5.685 pontos; e o CAC-40, de Paris, subiu 1,15%, aos 3.721 pontos.
Por aqui, o Ibovespa descolou-se das bolsas norte-americanas e encerrou em alta de 1,04%, aos 67.082 pontos. O giro da bolsa estava em R$ 4,59 bilhões. O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, disse que a moratória anunciada pelo governo de Dubai não preocupa o governo e os bancos brasileiros, e que o evento é um alerta contra o "excesso de euforia".
Por sua vez, o índice Merval, da bolsa de valores de Buenos Aires, encerrou o dia no azul, com 1,46%, aos 2.188 pontos.
Nas commodities, o barril do petróleo terminou sem tendência definida. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em janeiro, recuou 2,6%, cotado a US$ 75,95 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). Já o barril do tipo Brent, com vencimento em janeiro, subiu 0,22%, negociado a US$ 77,16 no ICE Exchange de Londres.
Na renda fixa, as projeções de juros embutidos nos Certificados de Depósito Interfinanceiro não definiram posições. O DI com vencimento em janeiro de 2011, ficou estável, com taxa anual de 10,28%. No câmbio, a moeda norte-americana fechou em baixa, vendida a R$ 1,74.
(Redação - Agência IN)