ASSINE
search button

Pessimismo volta à cena e bolsas fecham em baixa

Compartilhar
SÃO PAULO, 26 de novembro de 2009 - Na ausência da referência norte-americana, as principais bolsas mundiais amargaram perdas nesta sessão. A aversão ao risco reflete a possibilidade de calote das dívidas de Dubai.

Na Europa, os índices acionários fecharam com a maior baixa diária em sete meses. O movimento foi puxado principalmente pela desvalorização das ações do setor financeiro. Diante disso, o FTSE-100, de Londres, desvalorizou 3,18%, aos 5.194 pontos; o DAX, de Frankfurt, recuou 3,25%, aos 5.614 pontos; e o CAC-40, de Paris, desceu 3,41%, aos 3.679 pontos.

Por aqui, a bolsa brasileira operou atrelada às bolsas europeias. Ao final dos negócios, o Ibovespa caiu mais de 2% e perdeu o patamar dos 67 mil pontos. O giro da bolsa estava em R$ 3,86 bilhões. Vale e Petrobras contribuíram para a tendência negativa.

Na Argentina, o índice Merval desabou 4,28%, aos 2.156 pontos.

Nas commodities, o barril do petróleo terminou com queda superior a 1% no mercado internacional. O movimento reflete especulações de que as altas recentes não foram sustentadas nos níveis de estoques dos Estados Unidos. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em janeiro, recuou 1,4%, cotado a US$ 76,85 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). Já o barril do tipo Brent, com vencimento em janeiro, caiu 1,1%, negociado a US$ 77,55 no ICE Exchange de Londres.

Na renda fixa, as projeções de juros embutidos nos Certificados de Depósito Interfinanceiro (CDI) operaram sinalizando alta. O DI com vencimento em janeiro de 2011 apontou taxa anual de 10,27%.

No câmbio, o dólar fechou em alta, vendido a R$1,75.

(Redação - Agência IN)