O FTSE-100, de Londres, subiu 1,63%, aos 5.124 pontos; o DAX, de Frankfurt, avançou 1,27%, aos 5.700 pontos e o CAC-40, de Paris, ganhou 1,64%, para 3.813 pontos. Já as bolsas de Madri, Milão e Lisboa subiram 1,32%, 1,55% e 1,36%, respectivamente.
O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos 27 países que compõem a União Europeia registrou alta de 0,6% em agosto, ante 0,2% em julho. Um ano antes, a inflação era de 4,3%. Já nos 16 países que compõem a zona do euro houve deflação de 0,2%, contra -0,7% no mês anterior. Um ano antes, o CPI marcava inflação de 3,8%.
Os investidores também analisaram o desemprego no Reino Unido, que cresceu 210 mil pessoas entre maio e julho passados, até situar-se em 2,47 milhões, o nível mais alto em 14 anos.
Dados dos Estados Unidos também influenciaram nas negociações. A produção industrial norte-americana (Industrial Production) cresceu 0,8% em agosto. O dado veio melhor do que o projetado pelo mercado, que esperava um avanço em torno de 0,7%.
Entre as empresas, as mineradoras novamente foram o destaque. A BHP Billiton subiu 2,67%, Anglo American avançou 2,68% e a Xstrata ganhou 3,43%.
(Sérgio Toledo - Agência IN)