A produção industrial chinesa cresceu 12,3% na base anual em agosto, acelerando o passo sobre julho em 10,8%, acima das previsões dos analistas, de alta de 11,8%. Já as vendas no varejo registraram expansão de 15,4%, contra alta estimada de 15,3% e 10,2% de julho, enquanto a deflação perdeu força em mais um sinal da recuperação. O índice de preços ao consumidor caiu -1,2% no mês passado.
Além disso, as autoridades chinesas continuam dando mostra de que se empenharão para vencer todos os estragos da crise. O premiê chinês Wen Jiabao disse ontem à noite que manterá os gastos governamentais sem precedentes para retirar a economia do país do menor crescimento em quase uma década.
Nos Estados Unidos, a agenda tem como destaque o índice preliminar de setembro da confiança do consumidor medido pela Universidade de Michigan. As estimativas apontam para uma nova melhora neste mês, com potencial para reforça o bom humor dos mercados.
No entanto, o ânimo deve seguir contido, diante das preocupações com a fraca reação do consumo nos Estados Unidos, segundo advertências do próprio Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano).
Agora cedo, o escritório de estatística dos EUA informou que o Índice de Preços dos Produtos Importados cresceu 0,2% em agosto na comparação com o mês anterior. Já o Índice de Preços das Exportações avançou 0,7% no mês passado, após queda de 0,3% em julho.
Internamente, os números do Produto Interno Bruto (PIB) é o grande destaque do dia. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a economia brasileira cresceu 1,9% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.
(Simone e Silva Bernardino - Agência IN)