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Ministro apresentará proposta para juro bancário menor

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Agência Brasil

BRASÍLIA - A proposta de redução do spread (diferença entre os juros que os bancos tomam seus empréstimos e os juros que cobram para emprestar este dinheiro) cobrado nos financiamentos do Fundo de Aval do Programa de Geração de Emprego e Renda (Funproger) com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) será encaminhada ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) na próxima terça-feira. A informação foi dada nesta quinta-feira pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Segundo ele, os bancos oficiais (Banco do Brasil, BNDES e Caixa Econômica Federal) cobram spread muito acima do que deveriam.

- Os bancos mantinham uma excessiva prática bancária. Calculando excessivamente seu lucro - disse.

O ministro informou que também há cobrança indevida de taxa de inadimplência e de custo administrativo, já que se trata de recursos do FAT. Para ele, as novas taxas vão mostrar a realidade do que deve ser cobrado.

Pela proposta, o spread do Proger Urbano, destinado a profissionais liberais, passaria de 0,98% ao mês para 0,68%; no caso do Progrer Urbano Investimento Pequena e Média Empresas a quada prevista é de 0,90% mensais para 0,69%. No Proger Turismo Investimento, de 0,90% para 0,69%. O FAT Empreendedor Popular passa de 0,98% para 0,68% ao mês; o Proger Professor, de 0,73% para 0,61%, e o Proger Urbano, destinado a cooperativas e associações, de 0,82% para 0,68% mensais.