Além do Fed, os players também focam as notícias do dia, favoráveis até o momento. O número de pedidos e entregas por bens duráveis mostrou avanço inesperado da indústria dos EUA em setembro, enquanto que a fabricante de bens de consumo Procter&Gamble teve desempenho melhor que o esperado.
Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) tem pela frente uma das mais difíceis decisões: conter as pressões inflacionárias provocadas pela disparada do dólar ou impedir uma desaceleração brusca da economia em conseqüência da crise internacional. Apesar de a maior parte do mercado apostar que o Copom está mais sensível às restrições de liquidez global e as incertezas com o cenário econômico, alguns analistas acreditam que o BC dará prosseguimento ao ciclo de aperto monetário, embora em um ritmo mais moderado, com uma elevação entre 0,25 e 0,5 ponto percentual nos juros.
No fim da manhã o dólar cedia 2,27%, para R$ 2,148 na compra e R$ 2,150 na venda.
(Simone e Silva Bernardino - InvestNews)