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Vendas têm discreta aceleração em maio

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SÃO PAULO, 15 de julho de 2008 - O setor varejista brasileiro manteve desempenho positivo em maio, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio divulgada há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No quinto mês do ano, o volume de vendas cresceu 0,6%, enquanto a receita nominal avançou 1,3%, face abril com ajuste sazonal. Nas séries originais (sem ajuste), em relação a maio de 2007, o volume de vendas do varejo nacional cresceu 10,5%, acumulando 10,9% no ano e 10,3% nos 12 meses, enquanto a receita nominal cresceu 16,6%, acumulando 15,9% e de 14,3%, respectivamente.

Em maio, com ajuste sazonal, o volume de vendas cresceu em sete das dez atividades observadas, enquanto duas tiveram queda e uma ficou estável em relação a abril: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,1%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,0%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,1%); Combustíveis e lubrificantes (0,8%); Material de construção (0,7%); Móveis e eletrodomésticos (0,4%); Veículos e motos, partes e peças (0,0%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,1%) e Tecidos, vestuário e calçados (-1,0%).

Já na relação com maio de 2007 (série sem ajuste), houve alta no volume de vendas de todas as atividades do varejo: 8,4% para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 16,1% para Móveis e eletrodomésticos; 12,9% Combustíveis e lubrificantes; 10,6% em Outros artigos de uso pessoal e doméstico; 12,9% para Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 29,9% para Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação; 3,6% em Tecidos, vestuário e calçados e 9,9% em Livros, jornais, revistas e papelaria.

Nesta comparação, Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram a maior contribuição para a formação da taxa global (39%), seguido pela atividade de Móveis e eletrodomésticos (25%) e o segmento de Combustíveis e lubrificantes (12%).

(Redação - InvestNews)