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Contém 1g muda seu conceito de loja

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SÃO PAULO, 27 de junho de 2008 - No mercado há 24 anos, sendo 15 no segmento de cosméticos e perfumaria e 8 em varejo, a Contém 1g revigora sua forma de apresentação. A partir de agora, as lojas terão entre 70 e 100 m². 'Tínhamos os quiosques e as nossas lojas tinham, até então, 25 ou 30 m². E agora, a contem 1g tem este novo formato', adianta Rogério Rubini, fundador e presidente da Contem 1g.

Atualmente, a empresa tem ao redor de 200 pontos de venda e pretende, gradualmente, ir adaptando-as ao novo formato. 'Isto vem de um planejamento feito há uns dois anos, a Contém 1g era uma empresa que vendia, principalmente, perfumes, e com o nosso replanejamento estratégico de médio e longo prazo, optamos por priorizar a maquiagem", afirma Rubini. E, os frutos já estão surgindo. No acumulado de dois anos, o crescimento da empresa foi de 257% nas receitas de maquiagem e o segmento já representa 70% do faturamento, porcentagem esta que há dois anos era ocupada pela perfumaria.

Este novo formato são lojas apenas de maquiagem. Nós não abrimos mais lojas que vendem perfumaria. Queremos apenas lojas que vendam maquiagem, neste novo formato maior. A nossa intenção é, gradativamente, ir migrando para este novo formato', adianta.

Ainda de acordo com Rubini, será o próprio mercado quem indicará em quanto tempo esta migração de padrão das franquias da Contém 1g deverá mudar. 'Enquanto a transição final para maquiagem, o próprio mercado vai nos mostrar qual é o momento mais adequado. Se continuar da forma que está, isto poderá ocorrer em 2009. Mas, é um processo normal', relata. Ainda sobre expansão, o fundador adianta que a expectativa é abrir, até o final do ano, mais 30 pontos de vendas neste novo formato. 'Devemos fechar o ano com, aproximadamente, 220 pontos de vendas', diz.

Além de atuar neste novo formato, a empresa está começando a se preparar para, novamente, abrir franquias no exterior. 'Estamos focando Brasil como um todo, mas temos intenção de internacionalizar a marca. Acreditamos que, em 2009, nós retomemos este processo. Já tivemos lá fora e retrocedemos quando percebemos que o nosso modelo ainda não estava pronto e adequado para ir para o mercado externo. Fizemos a nossa lição de casa e agora nós pretendemos expandir internacionalmente de novo', conclui Rubini.

(Angela Ferreira - InvestNews)