Em relação a abril de 2007, o aumento foi de 10,1%. Os índices regionais mostraram um predomínio de resultados positivos, que alcançaram treze dos quatorze locais pesquisados. Vale ressaltar o fato de que há um dia útil a mais em abril de 2008 em relação ao mesmo mês do ano passado. Entre as áreas com taxas positivas, destacaram-se o Espírito Santo (22,0%), Goiás (15,8%), São Paulo (14,9%) e Bahia (12,3%) com avanços a dois dígitos e acima da média nacional. Santa Catarina (9,9%), Paraná (9,7%) e Nordeste (9,6%) assinalaram taxas bem próximas à média nacional. Também com resultados positivos, porém, abaixo do crescimento do país, figuraram: Rio Grande do Sul (7,5%), Minas Gerais (6,9%), Ceará (6,6%), Pernambuco (3,0%), Amazonas (2,6%) e Pará (2,6%). O único local que apresentou queda nesse tipo de comparação foi o Rio de Janeiro (-2,8%), influenciado pelos setores farmacêutico e de refino de petróleo e produção de álcool.
A expansão superou o ritmo de crescimento observado no primeiro trimestre do ano (6,4%). A aceleração observada em nível nacional atingiu oito dos quatorze locais pesquisados, sendo mais intensa na Bahia, que após acréscimo de 3,8% no primeiro trimestre, registrou taxa de 12,3% em abril, Santa Catarina (de 2,2% para 9,9%) e Espírito Santo (de 14,4% para 22,0%). Entre os locais que assinalaram as perdas mais expressivas entre os dois períodos destacaram-se os estados de Pernambuco (de 13,7% para 3,0%) e Amazonas (de 11,7% para 2,6%), influenciados, respectivamente, pelos recuos nos setores de produtos químicos e alimentos.
O indicador acumulado no primeiro quadrimestre do ano, frente a igual período de 2007, mostrou expansão em todos os locais pesquisados. Neste índice, a liderança do desempenho regional, em termos da magnitude do crescimento, ficou com o Espírito Santo (16,3%), seguido por Goiás (11,3%), Pernambuco (11,2%), São Paulo (10,6%), Paraná (10,1%) e Amazonas (9,3%) todos com taxas acima da média nacional (7,3%), sustentados, sobretudo, pelo maior dinamismo vindo dos setores produtores de bens de capital, bens de consumo duráveis e de itens tipicamente de exportação. Os demais resultados positivos foram: Minas Gerais (7,2%), Nordeste (6,8%), Pará (6,7%), Rio Grande do Sul (6,5%), Bahia (5,8%), Ceará (4,9%), Santa Catarina (4,1%) e Rio de Janeiro (2,4%).
(Redação - InvestNews)