E-commerce e novas tendências: dropshipping, personalização e mais

Conquistar e fidelizar o cliente é o alicerce de qualquer negócio, independente do modelo seguido e até as ferramentas digitais usadas

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Muito antes das crises de todos os tipos que pegaram a economia brasileira e mundial despreparadas para novas necessidades de mercado, o próprio mercado em si já dava sinais de sua evolução a passos largos na direção de exigências cada vez mais complexas por parte do consumidor e competição cada vez mais acirrada dentro da cadeia produtiva.

Entre as exigências novas do mercado vale citar velocidade, precificação atraente e qualidade máxima no que diz respeito a experiência de compra e venda como um todo. É preciso, por isso mesmo, entender essas novas tendências para saber se posicionar de modo a ser um player ativo e competitivo no mercado, e não um lojista que está sempre correndo atrás do prejuízo.

Tendências de mercado
Não é preciso ir muito longe para perceber a principal tendência mercadológica, e que independe de nicho de atuação: a necessidade de se estar presente online. Isso é algo, na verdade, que sequer pode ser chamado de tendência, porque é uma realidade dos últimos 20 anos, simples assim.

A tendência, isso sim, diz respeito a como se portar usando as ferramentas que a internet oferece. Foi-se o tempo que bastava ter um site mais ou menos bonito com um endereço físico do varejo indicado e um catálogo de produtos atraentes. Fazer isso é, em termos simples, o básico do básico, porém uma jogada arriscada, uma vez que certamente um ou vários concorrentes terão um sistema melhor para oferecer para o seu público.

A modificação do pensamento começa com a compreensão de uma nova lógica mercadológica, para começar. Ao invés de se prender a todos os procedimentos tradicionais que implicam a realização de uma venda, – desde a produção até o pós-venda, incluindo logística, marketing, estocagem e outras partes burocráticas que costumam dar dor de cabeça – a tendência é desmembrar essa cadeia.

Para realizar isso, um método que está se provando bem eficiente é o do dropshipping, por exemplo. O conceito de dropshipping significa, em termos simples, delegar a terceiros as tarefas mais complicadas da cadeia produtiva, especialmente a parte de produção e envio das mercadorias, restando ao vendedor (ou revendedor, muitas vezes) as tarefas de propaganda, comunicação e, em termos mais específicos, a personalização da experiência do usuário – algo que será tratado mais para frente.

O dropshipping envolve, antes de mais nada, saber se posicionar com parceiros estratégicos. Uma opção forte no mercado atual é a da Topdser, parceira das gigantes do comércio internacional Shopify e AliExpress. O que a empresa faz, de maneira simplificada, é assumir a responsabilidade da distribuição mundial dos produtos que são comercializados através do e-commerce individual de varejistas de qualquer lugar.

Essa possibilidade cria espaço, tempo e fluxo de caixa para que a atenção dos empresários se volte para a experiência direta do usuário, algo que tem se provado um divisor de águas no que diz respeito a escolhas comerciais, muito além das leis antigas de mercado, que se limitavam simplesmente a oferta, demanda e precificação.

Personalização e experiência de usuário
É consenso de que o cliente que se sente importante para o vendedor tende não apenas a efetivamente realizar a compra do produto ali, mas também retornar para novos negócios – e fidelização é tudo num mercado volátil, fervilhante de ideias inovadoras e concorrentes com preços mais baixos, para começar.

Enquanto parceiro comercial no dropshipping, a Topdser oferece um conceito inovador de comércio online para empresários de qualquer porte e atuantes em qualquer segmento. Ao adotar o modelo de dropshipping, o empreendedor pode simplesmente deixar de lado preocupações técnicas de produção manufaturada, logística e estoque, entre outros, e se focar naquilo que provavelmente mais conta na conquista do cliente: a personalização da experiência de compra.

Isso significa, na prática, que a principal tarefa do empresário que conta com um parceiro no dropshipping é a possibilidade de investir em outras áreas que irão potencializar o sucesso do negócio. A personalização, basicamente, é marketing, mas não uma mera propaganda; diz respeito a mostrar ao cliente o que ele quer ver, enviar ofertas que estão relacionadas ao perfil dele e, ao mesmo tempo, dar motivos para que ele feche negócio ali, e não na concorrência.

Esse é o passo mais desafiador, e passa, por exemplo, por praticar preços mais baixos ou, então, oferecer algo único e exclusivo que não possa ser encontrado no “site ao lado”. Aí entra novamente a vantagem do controle maior sobre fluxo de caixa: sobre mais para ser usado em descontos, promoções, cupons e outras ofertas que, via de regra, são o que convencem o cliente indeciso a fechar um negócio.

A questão da personalização também vai ao encontro do conceito de branding, da criação e fortalecimento de uma marca para criar consumidores recorrentes e sempre interessados. O desafio de conseguir fazer isso sendo que o produto não passa fisicamente por suas mãos é grande, claro.

Mas, por exemplo, a Topdser auxilia com isso, permitindo que sua logo e o nome de sua plataforma ou loja apareçam nos pacotes, caixas ou qualquer embalagem usada. Esse serviço é feito pela empresa, liberando você de mais uma atividade repetitiva e onerosa para focar no lado criativo e de diferenciação de seu empreendimento.

Conclusão
Dropshipping é apenas mais um passo na caminhada sem fim do comércio, que entrou numa fase digital da qual não há previsão de saída tão cedo.

Os modelos de mercado podem estar em constante mudança, mas algumas ideias permanecem: velocidade no envio, acompanhamento da experiência, disponibilidade para resolução de problemas e ofertas atraentes e que sirvam como impulso final para o fechamento de um negócio.

Nada disso é novidade; a novidade é estar online, estar descentralizado e, simplesmente, mais inteligente e menos engessado. O que não é permitido, porém, é se prender a modelos obsoletos, sob pena de naufragar sob um mar de negócios cada vez mais agitado.