ECONOMIA

Com lucro de R$ 7,050 bilhões no 2º trimestre, Bradesco cresce acima de Itaú e Santander

Por GILBERTO MENEZES CÔRTES
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Publicado em 05/08/2026 às 20:20

Alterado em 05/08/2026 às 20:48

Para o Bradesco, 'a economia ficou praticamente parada no segundo semestre do ano passado' Foto: Divulgação

Ainda sofrendo com a inadimplência, que subiu de 4,2% para 44,4% e exigiu provisões de R$ 10 bilhões para devedores duvidosos, o Bradesco teve um salto de 3,6% no lucro do segundo semestre (R$ 7,050 bilhões) sobre o resultado dos primeiros três meses do ano e de 16,2% sobre o mesmo período de 2025. Foi o décimo trimestre seguido de expansão do lucro trimestral, que superou a variação de 1% do Itaú e o Santander Brasil (-20,4%), com desempenho muito negativo.

Os números do Bradesco ficaram um pouco abaixo das estimativas dos analistas financeiros (acima de R$ 7,1 bilhões). No primeiro semestre, o banco da Cidade de Deus acumulou ganhos de R$ 12,080 bilhões. Isso é menos da metade do apurado pelo Itaú (R$ 24,689 bilhões +9,1%), mas confirma a tendência de recuperação do segundo maior banco privado do país.

O Bradesco costuma se definir como “uma moeda de duas faces”: a bancária foi responsável por 58% do lucro total do trimestre; a face de seguros e capitalização, controlada 100% pelo banco, respondeu por 42% do lucro.


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