ECONOMIA

Banco do Brasil registra R$ 4,25 bi em propostas de financiamento acolhidas na Agrishow

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Por ECONOMIA JB com Agência Estado
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Publicado em 04/05/2026 às 20:51

Alterado em 04/05/2026 às 20:51

Edifício sede do Banco do Brasil, em Brasília. Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Banco do Brasil registrou R$ 4,25 bilhões em propostas de financiamento protocoladas durante a Agrishow, maior feira de agronegócios da América Latina, encerrada na sexta-feira, 1º de maio, em Ribeirão Preto (SP). Em nota, o BB informou que o montante é 41,6% superior à estimativa inicial do banco, de R$ 3 bilhões.

O BB afirmou que as propostas acolhidas na Agrishow deste ano contemplam investimentos em máquinas, armazenagem, irrigação, tecnologia e custeio. As propostas foram firmadas por produtores de todos os portes, da agricultura familiar à empresarial.

“Mesmo em um ambiente mais desafiador, o produtor segue investindo e o BB cumpre seu papel de principal parceiro do agro, oferecendo crédito com responsabilidade e alinhado às necessidades de cada perfil de cliente”, disse o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Gilson Bittencourt, na nota.

Em comparação com o ano passado, o resultado é ligeiramente inferior aos R$ 4,75 bilhões de propostas acolhidas anunciadas pelo BB há um ano.

 

BB Seguridade: resultado financeiro soma R$ 507,1 mi no 1Tri26, alta de 58,5% em um ano

Por André Marinho - O resultado financeiro combinado das empresas da BB Seguridade somou R$ 507,1 milhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa uma alta de 58,5% ante igual período do ano anterior.

Segundo balanço divulgado hoje pela companhia, o desempenho é atribuído principalmente à alta da taxa média Selic e à redução do custo do passivo da Brasilprev, esta última favorecida pela deflação do IGP-M defasado em 1 mês.

Considerando apenas a nível da holding, o resultado financeiro da BB Seguridade foi de R$ 25,3 milhões, alta de 259,8% em base anual.

Em março, 45,6% dos investimentos das empresas da BB Seguridade estavam em títulos pós-fixados, ou seja, atrelados ao CDI, contra 41,3% em igual mês de 2025. Em seguida, 39,5% estavam em títulos atrelados à inflação no fim do primeiro trimestre, comparado com 43,1% um ano antes. Boa parte deles serve para fazer a gestão do balanço da Brasilprev. Já 14,7% estavam em títulos prefixados, de 15,5% um ano antes.

 

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