Relator rejeita restrição ao auxílio pago a família de presidiário

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), rejeitou a proposta do governo para endurecer as regras para ter direito ao auxílio-reclusão, benefício pago a dependentes de presos.

O presidente Jair Bolsonaro queria pagar o auxílio apenas para quem ganha até um salário mínimo (R$ 998 em 2019).

Moreira quer que seja mantido o teto atual, de R$ 1.364,43. Esse valor é corrigido anualmente pelo INSS.

"O impacto financeiro, caso o direito a estes benefícios seja garantido apenas para quem ganha até um salário mínimo, é inexpressivo para a Previdência Social, mas terá grande repercussão para cada beneficiário que deixará de contar com a renda em questão", diz o relatório.