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Economia

Dólar acentua alta depois de alternar altas e baixas na abertura da sessão

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O dólar acentuou a alta depois de uma abertura sem sinal único. Às 9h47 desta quinta-feira, 27, marcava máxima aos R$ 4,0509 em alta de 0,41% no mercado à vista. O movimento foi alinhado ao comportamento do dólar ante divisas desenvolvidas e em relação a algumas moedas emergentes. Perto do horário acima, o Dollar Index subia 0,51%.

O início de sessão foi marcado por movimentos técnicos com a formação da Ptax de fim de mês (sexta-feira, dia 28), cena eleitoral no radar e exterior misto. No noticiário internacional, a atenção está voltada para o embate comercial entre Estados Unidos e grandes parceiros. O impasse entre EUA e Canadá, somado ao confronto entre americanos e chineses, gera pressão de alta no dólar e impõe cautela, além de perdas reais para o comércio global, segundo afirmou nesta quinta-feira a OMC.

Apesar do conflito comercial e diante do petróleo em firme alta em NY e Londres, o dólar tem sinal misto entre moedas emergentes no exterior. A divisa cai, por exemplo, ante rublo russo, lira turca e rand sul-africano. O CDS de cinco anos do Brasil também recua, indicando algum apetite a risco. Ao marcar R$ 4,01 na mínima intraday na quarta-feira, 26, após anúncios do Federal Reserve (Fed), o dólar à vista tocou nível relevante de suporte, segundo análise técnica.

No mercado de juros futuros, as taxas abriram em alta, em linha com o leve avanço (+0,12%) do dólar futuro (contrato para outubro) na abertura, mas passaram a exibir viés de baixa em alguns vencimentos e estabilidade em outros.

Às 9h30, os EUA divulgaram que o PIB americano cresceu à taxa anualizada de 4,2% no segundo trimestre. o resultado veio perto da estimativa 4,3%. Logo após a divulgação, o dólar ganhou um pouco mais de força ante rivais, ainda que pontualmente. Às 9h48, o dólar à vista subia 0,31% aos R$ 4,0469. Na mínima, foi a R$ 4,0331.

 



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