Para homenagear os imigrantes mortos em um naufrágio na ilha de Lampedusa, no sul da Itália, em outubro de 2013, e todos que perderam a vida no Mediterrâneo, será inaugurada nesta terça-feira (3), em Valdina, na Sicília, a exposição "Crianças, histórias de viagem e esperança".
A mostra ficará aberta até o dia 13 de outubro e exibirá 368 objetos pessoais das vítimas do barco que afundou no dia 3 de outubro de 2013 em Lampedusa, um para cada morto na tragédia.
Além disso, duas salas multimídia mostrarão fotos e vídeos sobre a história de cinco jovens imigrantes. Grande parte das narrativas apresentadas na exposição é de pessoas provenientes da África e do Oriente Médio, como a do pequeno Esrom, de cinco anos, uma das vítimas mais jovens do naufrágio.
Após partir ilegalmente do litoral da Líbia, o barco afundou perto da ilha dos Conigli, nos arredores de Lampedusa, em uma tragédia que chocou a Itália e forçou o país a iniciar uma missão permanente de busca e resgate no Mediterrâneo. (ANSA)