Religious Freedom Business Foundation e ONU apresentam finalistas de prêmio nesta quarta no Rio

Serão divulgados  finalistas do Prêmio Cultura de Paz nos Negócios e Relacionamento Inter-Religioso

No dia 06 de setembro, abertura dos jogos paralímpicos de 2016, o Brasil abre as portas para o I Prêmio Cultura de Paz nos Negócios e no Relacionamento Inter-Religioso. A data não é um mero acaso, já que assim como as Paralimpíadas são um exemplo vivo de superações, o prêmio  tem o objetivo de identificar e reconhecer  CEOS, em todo o mundo, que têm defendido a paz e a compreensão inter-religiosa no Brasil.

O evento está sendo promovido pela Religious Freedom and Business Foundation (RFBF) e sua filiada no Brasil, Associação pela Liberdade Religiosa e Negócios (ALRN), em parceria com a ONU, Global Compact e Business for Peace (B4P) e, tem o apoio da Rede Brasil do Pacto Global e Prefeitura do Rio de Janeiro.

Recentemente, uma série de estudos comprovou a influência, potencialmente positiva, que empresas podem ter na sociedade ao promover uma ética de liberdade religiosa aplicada à cultura corporativa e códigos de governança. A mesma pode ser aplicada como condição na relação com compradores e fornecedores. “Estudos mostram que o entendimento inter-religioso, além de fortalecer os negócios, reduz a corrupção e incentivar as liberdades. Da mesma forma, a liberdade religiosa está altamente correlacionada com uma gama de bens sociais e econômicos, como melhores cuidados de saúde e rendimentos mais elevados para as mulheres.”, destaca Brian Grim, presidente da RFBF.

Para falar sobre essa iniciativa, no dia 13 de junho, os representantes das entidades patrocinadoras reunirão a imprensa para fazer o lançamento oficial do evento e divulgar os 17 finalistas do prêmio, sendo que dois deles pertencem ao mercado empresarial brasileiro.

Para escolher e dar mérito aos finalistas foram escolhidos como juízes:  H.E. Sr. Nassir Abdulaziz Al-Nasser, alto representante da Aliança das Civilizações das Nações Unidas, Dr. Katrina Lantos Swett, chefe da Fundação Lantos, filha do único sobrevivente do Holocausto a servir no Congresso dos EUA e Per Saxegaard, CEO de negócios em Oslo, líder de negócios com conexões para o Comitê do Prêmio Nobel da Paz.

A coletiva contará com a presença do CEO da Migraflix, Jonathan Berezovsky, formada por imigrantes, refugiados e brasileiros que buscam a integração dos imigrantes tanto social quanto economicamente por meio da divulgação da sua própria cultura.

O Prêmio Cultura de Paz nos Negócios e no Relacionamento Inter-Religioso vai de encontro à Agenda 2030, criada em prol do desenvolvimento sustentável, estabelecida pela Organização das Nações Unidas que tem entre seus pilares a promoção da paz e de parcerias para a promoção de sociedades pacíficas, justas e inclusivas que estão livres do medo e da violência.

O prêmio

Os líderes empresariais que serão contemplados com o prêmio, em 6 de setembro, terão a oportunidade de apresentar seus compromissos com a compreensão inter-religiosa e da paz, dentro do  Objetivo 16 (SDG-16) da ONU, durante a cerimônia de apresentação, assim como suas ações em prol da liberdade de religião ou crença, tal como definido no artigo 18 da Declaração das Nações Unidas Universal dos Direitos Humanos (DUDH).

São ações que devem estar englobadas dentro do negócio principal da companhia, em investimentos sociais e filantrópicos, apoio e políticas públicas de comprometimento e parcerias de ação coletiva.

Embaixador da paz

Como embaixador da iniciativa foi nomeado o atleta Jason Smyth, velocista paralímpico, quatro vezes medalhista de ouro e considerado o atleta paralímpico mais rápido do mundo. “Assim como o esporte cria um elo comum entre os atletas, a nossa fé, moral e ética compartilhada pode criar um vínculo semelhante quando se trata de negócios”.