Versão Pop de "O Pequeno príncipe" estreia dia 16 de julho no Imperator  

Com uma proposta inusitada para a Obra Clássica de Antoine de Saint-Exupéry, o espetáculo é uma adaptação inédita do autor Daniel Porto sob a visão da Rosa, interpretada pela atriz Mariana Martins, com direção de Edson Bueno. 

O espetáculo teve sua pré-estreia com casa cheia na Mostra Guritiba do 25º Festival de Teatro de Curitiba, fez curta temporada de reestreia no Teatro José Maria Santos, pelo edital de ocupação do Teatro Guaíra e agora estreia no Rio de Janeiro com curta temporada de 16 a 31 de Julho no Centro Cultural João Nogueira, o Imperator no Méier.

A história é contada a partir do olhar da Rosa e a dramaturgia explora diversas linguagens, como projeções e criações audiovisuais que compõem personagens e cenários em uma estética futurista que atrai não somente as crianças. O espetáculo apresenta uma proposta contemporânea para a história de Antoine de Saint-Exupéry que leva o publico adulto e infantil a uma viagem cheia de experiências sensitivas e lúdicas. A peça é um monólogo com a atriz Curitibana Mariana Martins, tem direção de Edson Bueno, diretor premiado por vários anos consecutivos no Troféu Gralha Azul e no Troféu Poty Lazzarotto como Melhor Diretor de Teatro do Paraná. A adaptação inédita é de Daniel Porto. O jovem autor já é responsável por sucessos no Teatro Adulto como O PastorAcabou o Pó e Volúpia da Cegueira em cartaz no Rio de Janeiro, além de outras adaptações de clássicos infantis para o teatro como As Aventuras de Pinocchio de Carlos Collodi, O Duende Rumpelstiltskin dos Irmãos Grimm e o mais recente João e Maria. O Musical com boas críticas especializadas e de público. 

A “versão Rosa” de O Pequeno Príncipe chega no Rio de Janeiro dia 16 de Julho em uma parceria da Pequena Mari Produções de Curitiba e a Cineteatro Produções do Rio de Janeiro. É um monólogo inédito cheio de tecnologia e arte visual, sem abrir mão da mais clássica técnica de animação, o stop-motion, que transmite de maneira lúdica e moderna, os ensinamentos de uma história extremamente consumida no País. Utiliza-se de uma linguagem pop para evidenciar o clássico que nunca deixou de ser contemporâneo e proporciona ao público de todas as idades, uma experiência única.

Adaptar este texto para o teatro é, acima de tudo, transportar do livro para os palcos os valores primordiais éticos e morais de boa conduta em uma sociedade. É reafirmar que textos inteligentes, com ensinamentos tão sensíveis, não são feitos apenas para crianças, perduram por toda uma vida e por várias gerações, pregando respeito e amabilidade ao próximo.