Quinteto de metais da OSB faz apresentação na Cidade das Artes

A Orquestra Sinfônica Brasileira fecha o mês de setembro com uma apresentação de câmara que promete agradar os amantes de valsa, marcha, jazz e música popular brasileira. No próximo dia 30 de setembro, às 21h, no Teatro de Música de Câmara da Cidade das Artes, o quinteto de metais da OSB, formado pelos músicos Daniel Soares (trompa); Flavio Melo e Nilson Coelho (trompetes); Elber Ramos (trombone) e Eliezer Rodrigues (tuba), oferece este repertório eclético com músicas de Jeremiah Clarke, Barbara Tate, Pixinguinha, Manuel Penélla, Shostakovich, Edwin Eugene Bagley, Irving Berlin, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Antonio Neves Campos e Ary Barroso. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro e também pelo site Ingresso Rápido - www.ingressorapido.com.br. 

Na primeira parte da apresentação, os músicos trazem ao público as obras “Trumpet Voluntary”, de Clark, também conhecida como ‘Prince of Denmark's March’ e tradicional em cerimônias de casamento como, por exemplo, no enlace de Lady Diana e do Príncipe Charles; “Sonata Die Bankelsangerlieder”, de um compositor anônimo; “Circus Suíte”, de Tate; “Lamentos”, de Pixinguinha; e “El Gato Montés”, do compositor espanhol Penélla, que remete à cultura espanhola das touradas e do flamenco.

Encerrando o programa, o quinteto interpreta a “Waltz nº2”, de Shostakovich, peça que faz parte da obra “Suíte para orquestra variada” e que já figurou no cinema no filme “De olhos bem fechados”, de Stanley Kubrick, e em anúncios publicitários. No repertório, ainda esta a marcha “Emblema Nacional”, do americano Bagley, composta em 1902 e tradicionalmente interpretada nas comemorações da independência norte-americana, além de ter feito parte da trilha de muitos filmes e séries como “Top Gang – Ases Muito Loucos”, “Os Doze Condenados”, “Os Simpsons”, entre outros. E, ainda, as músicas “Alexander Ragtime Band”, de Irving Berlin; “Eu Sei Que Vou Te Amar”, de Tom e Vinicius; “Blues for Brass”, de Neves; e “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso.