Crítica - O parque dos sonhos: ode à imaginação

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A nova animação da Paramount/Nicklodeon é uma ode a imaginação e a criatividade através da jornada de June, que cria em sua mente um fantástico parque repleto de atrações, passeios extraordinários e bichos que falam.

“O Parque dos Sonhos” retrata o otimismo e sonhos da jovem em contraste com superar desafios, do mundo contemporâneo e sua reflexão no mundo lúdico. Um problema médico na família abala a confiança e muda o comportamento de June, que termina por encontrar o parque abandonado numa floresta e se vê como a sua única salvadora.

Macaque in the trees
Nos limites da imaginação (Foto: Divulgação)

O uso de uma paleta de cores perfeita e diversificada, uma fotografia que valoriza grandes enquadramentos colocando o público em cenários deslumbrantes e fantásticos – ainda que estilizados, além de usar diversas tomadas para colocar a animação praticamente no mesmo nível de um filme fazem de “O Parque dos Sonhos” uma diversão acima da média.