Elenco afinado: confira crítica de 'De repente uma família'

Novo fruto da parceria entre Mark Wahlberg e o diretor Sean Anders, da franquia “Pai em dose dupla” (Daddy’s home), “De repente uma família” (Instant Family – 2018) leva às telas o processo de adoção e a adaptação de pais e filhos. O diferencial, neste caso, é a opção do humor em detrimento do drama, que toma conta da narrativa somente no terceiro ato.

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Mark Wahlberg, Rose Byrne e Isabela Moner no longa (Foto: Divulgação)

Inspirado na história real de Anders, o longa tem como principal alicerce a comunhão do elenco, o que concede veracidade à trama simples, desenvolvida com cuidado e naturalidade. Destacam-se as atuações de Wahlberg, Rose Byrne e Isabela Moner, que esbanjam química. Apresentando erro de continuidade ao final, a produção leve e atemporal tem como fio condutor o sonho da família como porto seguro. Apesar de divertido, explora cicatrizes deixadas pelo abandono dos pais biológicos, mostrando-as como revolta, medo, frustração e insegurança. 

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De repente uma família : *** (Bom)

Cotações: o Péssimo; * Ruim; ** Regular; *** Bom; **** Muito Bom