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Cultura

O começo de tudo, pode ser o fim: confira crítica de 'Uma noite de crime'

Jornal do Brasil TOM LEÃO*, especial para o JB

O primeiro filme da série “Purge” (“Uma noite de crime”, 2013) trazia uma ideia original: num Estados Unidos distópico, em futuro próximo, o crime e a violência são combatidos com um evento onde, uma vez por ano, por 12 horas, vale tudo: vandalismo, assassinato, o que for. Assim, a raiva é expurgada e as diferenças são resolvidas. Virou um esporte nacional.

Este quarto capitulo, “The first purge” (o primeiro não dirigido por James DeMonaco), finalmente, mostra como tudo começou: uma experiência, criada por um novo partido político, que, na verdade, visava dizimar minorias num bairro pobre de Nova York. E as pessoas aderem à ela em troca de dinheiro.

Contudo, a premissa interessante, que faz paralelo com os EUA de Trump, não decola. Acaba sendo o mais fraco de todos. Serve apenas como preâmbulo para a série que se passa logo depois dele, do canal SyFy. 

*Jornalista

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UMA NOITE DE CRIME: * (Ruim)

Cotações: o Péssimo; * Ruim; ** Regular; *** Bom; **** Muito Bom



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