Marco Maia resiste ao fim melancólico de sua gestão na Câmara

Maia resiste ao fim melancólico de sua gestão

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), está outra vez às turras com o Palácio do Planalto, queixando-se de dificuldades de emplacar indicados até em cargos inexpressivos, como gerente do Banco do Brasil. O problema se agrava à medida em que se aproxima o fim da gestão. Irritado, chegou a desligar o telefone, interrompendo uma discussão com a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais).

Tripudiou

Marco Maia se sentiu ofendido e se descontrolou com o oferecimento de um cargo na agência do BB em Angola.

Vada a bordo, cazzo!

Mais de 300 deputados presenciaram a cena de Marco Maia abandonando o barco no meio da votação.

Novo zumbi

O Planalto está mais preocupado com a sucessão de Marco Maia, que parece temer o ostracismo como destino, após o fim de sua gestão.

Cantilena

No início do governo Dilma, reclamando de “desprestígio”, Marco Maia boicotou eventos no Planalto aos quais o protocolo pedia sua presença.