Rover lunar chinês estuda pedras no lado oculto da Lua

O rover lunar chinês realizou um estudo científico de algumas pedras no lado oculto da Lua que poderão ajudar os cientistas a encontrar o que procuram no espaço ou na Lua.

O rover Yutu-2, ou Coelho de Jade-2, foi enviado para a cratera de Von Karman, na bacia do Polo Sul-Aitken, no lado oculto da Lua.

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Lua (Foto: Casc/China Ministry of Defense)

Até o momento, o rover chinês percorreu aproximadamente 127 metros na Lua, segundo informa a Administração Espacial Nacional da China.

A sonda chinesa Chang'e-4 e o rover lunar Yutu-2 partiram em direção ao lado oculto da Lua em janeiro, entrando depois no modo de suspensão e despertando em 1º de março.

Devido às temperaturas baixíssimas no lado oculto da Lua no período noturno, o rover entrou em "modo de suspensão" para economizar energia a fim de mais tarde realizar experimentos.

"Depois de despertar, a Chang'e-4 e o rover lunar Coelho de Jade-2 estão funcionando em regime normal […]", segundo a instituição.

Ou seja, o rover realizou um estudo científico dos seus rastros e de pedras na vizinhança. A maior pedra detectada possui um diâmetro de aproximadamente 20 cm.

Além disso, após o rover ter chegado com sucesso ao lado oculto da Lua, o equipamento realizou diversas tarefas, incluindo o primeiro experimento biológico na história na superfície da Lua, onde conseguiu fazer brotar algodão.

A Chang'e-4 envia com frequência fotos da superfície lunar oculta, ajudando os cientistas a realizarem novos estudos do satélite natural da Terra.