Cenário de baixos investimentos dificulta entrada de novas tecnologias no Brasil

Em meio à crise e às dificuldades financeiras do setor de óleo e gás, os investimentos em tecnologia vêm sendo reduzidos ao longo dos últimos meses. O momento ruim atinge em cheio a indústria e as empresas vêm fazendo o que podem para superar as adversidades. É o caso da IEC Engenharia, que atua há mais de 40 anos no segmento e que vive hoje a dificuldade de atrair os olhares do mercado para inovações que podem trazer grandes benefícios operacionais às companhias. 

Embora o Brasil ainda seja foco de muitos investidores estrangeiros, a recessão tem reduzido atividades no país e dificultado avanços técnicos do setor, afirma o diretor da IEC, Eduardo Barreto. 

Especializada na área de proteção catódica e corrosão e responsável por representar 18 empresas no país, a empresa busca hoje expandir suas atividades para superar a crise, que já levou à demissão de 30% do corpo da companhia e resulta em constantes práticas de cortes de gastos. Apesar das adversidades, o investimento em novas tecnologias ainda é o foco principal da IEC. 

A empresa, que atua em contratos com a Petrobras e a Transpetro, representa grupos inovadores como a Clampon, a DeepWater, a Omnisens e a Flexpipe, que trazem ao mercado novos sistemas para a otimização de atividades e redução de custos. 

Em meio ao cenário complexo, o momento é de reorganizar operações, economizar e buscar novos mercados para sobreviver às dificuldades que não aparentam fim próximo na indústria de óleo e gás.

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