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Tecnologia madura é trunfo de estatal chinesa na disputa por projetos nucleares

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A corrida pela venda de tecnologia nuclear para o Brasil já começou. Desde abril, quando o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, anunciou a construção de quatro novas usinas nucleares até 2030 e outras oito unidades até 2050, o país vem recebendo uma série de representantes da indústria nuclear mundial para seminários e palestras. O objetivo desses representantes é expor sua tecnologia própria para os tomadores de decisão brasileiros. O tempo é curto para que a tecnologia a ser usada seja escolhida, já que o processo de instalação de uma usina nuclear é longo e todos querem esses empreendimentos de pé o quanto antes. 

Na última semana foi a vez da CNNC, estatal nuclear chinesa responsável pela implantação de novas usinas, realizar um evento para membros da Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben) e Eletronuclear. 

O porta-voz da empresa foi o vice-presidente Ding Jiang, que aproveitou a ocasião para dar um panorama sobre a atividade nuclear na China, desde investimentos na educação para formar novos quadros até a participação, futura e atual, de reatores nucleares na matriz energética nacional. Segundo o executivo, a tecnologia exposta durante o seminário não representa uma revolução na indústria nuclear, mas é uma evolução do que está sendo praticado em todo o mundo, com a garantia de instalação por parte de uma empresa com expertise comprovada no segmento.

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