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LOS ANGELES - O setor de videogames parece destinado a um ou dois anos adicionais de forte crescimento, propelido pela expansão geográfica, uma linha forte de hardware e um conjunto cada vez mais amplo de usuários casuais de jogos, disseram executivos do setor.
Em uma decisão que tem por objetivo aproveitar o mercado das economias emergentes, a divisão de jogos da Sony anunciou durante a feira de videogames E3, esta semana, que iniciaria operações na Argentina, Colômbia e Peru até março de 2009, seu primeiro passo para entrar no mercado da América do Sul.
A rival Nintendo, por sua vez, quer começar a oferecer o seu console Wii na China ainda este ano.
O alcance ampliado das fabricantes de hardware para além dos mercados estabelecidos da América do Norte, Europa e Japão abriria novas oportunidades de negócios para centenas de produtores de software e seguiria o exemplo de outros setores da tecnologia, que também estão procurando crescimento nos mercados emergentes.
- Produtoras de jogos como nós agora estão tentando ingressar em regiões vibrantes como a América Latina, Europa Oriental, Rússia e Ásia - disse Kazumi Kitaue, diretor executivo da Konami, em conversa durante a E3.
- Com o mercado global em uma expansão como essa, devemos conseguir resultados cada vez melhores se nos esforçarmos realmente - afirmou.
Outro propulsor de crescimento é a grande variedade de hardware de videogame disponível, atendendo a uma ampla gama de jogadores e permitindo que os produtores de software criem múltiplas fontes de receita com um único título.
O Xbox 360, da Microsoft, o PlayStation 360, da Sony, e o Wii, da Nintendo, concorrem entre si pelo domínio do mercado dos consoles. O aparelho mais vendido de todos os tempos, o PlayStation 2, geração anterior de consoles da Sony, também continua prosperando.