No cenário norte-americano, o documento do Fed apontou para recuperação econômica moderada no paÃs. Além disso, os pedidos de bens duráveis caÃram 1%, causando instabilidade nas bolsas que operaram voláteis até terminarem com fortes baixas. Ao final do pregão, em Nova York, o Ãndice Dow Jones Industrial Average recuou 0,38%, aos 10.497 pontos. O S&P 500, por sua vez, retraiu 0,69%, aos 1.106 pontos. E na bolsa eletrônica, o Ãndice composto Nasdaq perdeu 1,04%, aos 2.264 pontos.
Na Europa, a agenda fraca de indicadores ofuscou resultados corporativos positivos. Por lá, a cautela prevaleceu e o movimento vendedor foi mais forte, fazendo com que os Ãndices acionários amargassem baixas. Ao final do pregão, o Ãndice FTSE-100, de Londres, recuou 0,86%, aos 5.319 pontos. O CAC-40, de Paris, por outro lado, subiu 0,11%, aos 3.670 pontos. O DAX, de Frankfurt, teve desvalorização de 0,46% aos 6.178 pontos.
Na Argentina, o Ãndice Merval, da bolsa de valores de Buenos Aires, registrou baixa de 0,55%.
No Brasil, o iBovespa se descolou novamente de Wall Street e fechou com alta de 0,20%, aos 66.808 pontos. O giro financeiro da bolsa ficou em R$ 5,762 bilhões.
O movimento refletiu o bom desempenho do setor bancário e das ações da Vale, que divulga amanhã o seu balanço. O Bradesco divulgou hoje que teve lucro lÃquido de 2,405 bilhões.
Na renda fixa, os juros futuros mantiveram o ajuste de ontem. Sendo assim, o contrato de Certificado Interfinanceiro (DI), com vencimento em janeiro de 2011, apontou taxa anual de 10,84%. No câmbio, o dólar comercial caiu e encerrou vendido a R$ 1,77.
E nas commodities, os preços do petróleo no mercado internacional fecharam em queda, após o inesperado aumento dos estoques da matéria-prima nos Estados Unidos.
(Redação - Agência IN)