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JOHANNESBURGO - Maior artilheiro da história da África do Sul, com 31 gols, e segundo jogador que mais vestiu a camisa da equipe, por 79 vezes. O currículo de Benni McCarthy, 32 anos, não foi suficiente para que o técnico Carlos Alberto Parreira incluísse o atacante na relação de 23 atletas que defenderão os Bafana Bafana no Mundial.
A exclusão do atacante do West Ham da lista final significa o fim de uma era na África do Sul, segundo afirma Mark Gleeson, colunista do periódico sul-africano Mail & Guardian. O colunista lembra que Parreira não levaria só em conta a história dos jogadores na equipe, mas o comprometimento, boa forma física e atitude.
Fora de forma, McCarthy não cumpriu tais requisitos e talvez nunca mais volte ao time, já que Gleeson acha que a linha de Parreira deve ser seguida pelo seu sucessor no comando da equipe. Ele diz também que o jogador foi informado que não disputaria o Mundial logo após o amistoso contra a Guatemala, no qual McCarthy não foi utilizado, mesmo com a goleada por 5 a 0.
Além do atacante, o colunista analisa que outros jogadores que não estiverem bem em seus clubes - mesmo que atuem em clubes europeus - poderão seguir o mesmo caminho que a estrela sul-africana.