Nos Estados Unidos, pelos segundo dia consecutivo, os índices acionários não seguiram uma tendência. O índice Dow Jones caiu 0,02%, aos 8.763 pontos. O S&P 500 avançou 0,35%, aos 942 pontos. O índice Nasdaq ganhou 0,96%, para 1.860 pontos. As ações dos bancos pressionaram o Dow Jones. Já o Nasdaq e o S&P 500 foram beneficiados pela previsão de lucro melhor do que o esperado para a fabricante de chips Texas Instruments e pela valorização do petróleo e dos metais.
Na Europa, o dia também foi de indefinição. A diminuição do déficit comercial na França e a queda da produção industrial na Alemanha deixaram os índices sem rumo.
O índice CAC-40, da bolsa de Paris, subiu 0,21%, para 3.296 pontos. Em Frankfurt, o DAX perdeu 0,14%, para 4.997 pontos e, em Londres, o FTSE-100 recuou 0,01%, para 4.404 pontos. As bolsas de Madri, Milão e Lisboa subiram 1,08%, 0,91% e 1,48%, respectivamente.
Na Argentina, o índice Merval, da Bolsa de Valores de Buenos Aires, encerrou o pregão em alta de 1,01%, aos 1.641 pontos.
Nos juros, os sinais foram de alta. O mercado de juros futuros reagiu para cima com a divulgação de que a economia estava menos fraca que o temido na abertura do ano. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2010 fechou com taxa anual de 9,28% ante 9,15% do ajuste anterior.
No câmbio, a notícia de que a economia brasileira se contraiu menos do que o esperado no primeiro trimestre trouxe ânimo ao câmbio doméstico, o que associado ao enfraquecimento global do dólar colocou o real de volta em rota de recuperação. Após oscilar entre as pontas de R$ 1,935 e R$ 1,95, a moeda norte-americana fechou em baixa de 1,37%, vendida a R$ 1,937.
Nas commodities, o petróleo voltou subir após três dias de queda. O movimento positivo é resultado da desvalorização do dólar frente ao euro, o que eleva a atratividade das commodities energéticas e metálicas como um investimento alternativo. Em Nova York, o WTI, com vencimento em julho, subiu 2,8%, para US$ 69,97.
No mercado agrícola, os contratos de milho também subiram em Chicago. Os contratos para setembro avançaram 1,91%, cotados a 453,25 centavos de dólar por bushel. Na BM&FBovespa, os contratos com liquidação financeira para julho encerraram negociados a R$ 23,69 a saca de 60 quilos. Os preços subiram com a especulação de que o atraso na plantação vai diminuir o potencial de ganho da cultura.
(Redação - IN)