EDUCAÇÃO
Engenharia em alta no Brasil
Por JB EDUCAÇÃO
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Publicado em 10/05/2023 às 11:57
Alterado em 10/05/2023 às 11:57
No atual cenário globalizado e digital, a tecnologia e a inovação estão cada vez mais inseridas no dia a dia das pessoas. De acordo com o relatório “O futuro do trabalho pós-covid”, produzido pela McKinsey Global Institute, as ocupações STEM – sigla em inglês para ações em ciência, tecnologia, engenharia e matemática –, serão mais demandadas agora do que antes da pandemia. Nesse contexto, os cursos de engenharia estão entre os mais procurados.
A grande variedade da área e os salários oferecidos pelo mercado de trabalho são fatores que motivam jovens estudantes. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério da Economia, essa valorização deve-se aos bons rendimentos, assim como do setor financeiro.
Para quem se interessa pela área, um dado interessante é a possível atuação do engenheiro no mercado financeiro. O coordenador dos cursos de Engenharia do Ibmec RJ, Ubiratan Oliveira, ressalta a área financeira como uma das mais promissoras para a Engenharia de Produção. Para atender essa demanda do mercado, o Ibmec oferece o curso de Engenharia de Produção, com trilha em Finanças. A instituição tem como público-alvo os estudantes que pretendem atuar em áreas corporativas, no mercado de capitais e em startups.
Ubiratan ressalta a mudança no currículo do curso com o objetivo de contemplar as competências e os conhecimentos exigidos pelo mercado financeiro.
“Diante dessa situação do mercado, fizemos uma reestruturação no currículo. Desde o início do curso, o aluno já começa com uma disciplina ligada a mercado financeiro. No nosso atual currículo, há 11 disciplinas ligadas à finanças.”
Além disso, o Ibmec RJ conta com o Hubs de Empreendedorismo e Inovação, onde os alunos participam de um programa com mentorias oferecidas por professores e empresas parceiras, colocando em prática todas as suas ideias. Os estudantes que optam pelo Ibmec podem conhecer e vivenciar novas culturas, a partir de intercâmbios para mais de 50 instituições em 20 países. Além disso, desde o primeiro semestre, os alunos podem fazer parte das empresas juniores, que possibilitam o contato com a prática profissional.