Expropriação descabida 

O meio empresarial está perplexo diante da possibilidade de expropriação do prédio da Bolsa do Rio para dar lugar a gabinetes de deputados. O gasto, inicialmente estimado em R$ 500 milhões, pode chegar a  R$ 1 bilhão, pelo que se comenta no mercado.

O pior é que, com isso, o governo do Estado e a Alerj podem estar mandando dois recados negativos: o de que não precisam dos royalties, pois o estado tem dinheiro de sobra; e o de que o ambiente empresarial no Rio é ruim.

Vejam algumas das empresas que terão escritórios no futuro (?) prédio da Alerj: BBDTVM, Odebrecht, Anatel, HP, Taesa/Cemig, BB, Gefco (Peugeot/Citroen), Petrogal, HSBC, Um Investimentos, Fitch Ratings Brasil, RAJ Brasil e FTPI.