Abrir um Microempreendedor Individual (MEI) é uma das formas mais acessíveis de formalizar um negócio no Brasil. De acordo com as informações oficiais do governo e materiais atualizados sobre o tema, o custo de abertura é exatamente zero.
Sendo assim, não existe taxa obrigatória para gerar o CNPJ, fazer o registro ou concluir o processo de formalização quando ele é realizado pelos canais oficiais.
Abertura é gratuita e 100% online
O processo de abertura do MEI é feito diretamente pelo portal do governo, de forma digital e sem burocracia. Na prática, o próprio empreendedor pode concluir tudo em poucos minutos, sem precisar pagar contador ou intermediários.
Esse ponto é central: qualquer cobrança para “abrir MEI” não faz parte do procedimento oficial. O serviço pode até existir como apoio privado, mas não é obrigatório.
A abertura pode ser feita por meio do gov.br. Ao acessar a página, a pessoa deve clicar na opção “Formalize-se”, realizar o login com a própria conta Gov.br (nível prata ou ouro) e então inserir as informações pessoais e empresariais solicitadas. No final, basta marcar as declarações obrigatórias para conseguir o CNPJ e o CCMEI (Certificado de Condição de Microempreendedor Individual).
Quanto o MEI paga depois de abrir
Após a formalização, o empreendedor passa a pagar o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que funciona como uma contribuição fixa mensal.
Em 2026, os valores giram em torno de:
- R$ 82,05 para comércio ou indústria
- R$ 86,05 para prestação de serviços
- R$ 87,05 para atividades combinadas
Esse pagamento inclui impostos e também a contribuição ao INSS, garantindo acesso a benefícios como aposentadoria e auxílio-doença.
Mesmo sem faturar, há cobrança
Um detalhe importante, e muitas vezes ignorado, é que o DAS deve ser pago mesmo que o MEI não tenha faturamento no mês. Isso acontece porque a contribuição não depende da receita, mas da manutenção do registro ativo e dos direitos previdenciários vinculados ao CNPJ.





