Desde que deixou o hospital em 2014, após seis meses de internação, Michael Schumacher não foi mais visto em público. O ex-piloto de Fórmula 1, hoje com 56 anos, vive em uma mansão na Suíça, onde recebe cuidados médicos contínuos sob o rigoroso controle da família. O acesso ao local é extremamente restrito, e nenhuma informação concreta sobre seu estado de saúde foi divulgada até hoje.
A propriedade fica em Gland, às margens do Lago de Genebra, próxima à cidade de Nyon. Chamada de “Villa de la Reserve“, foi construída a pedido da família em 2007, dois anos após o heptacampeão mundial anunciar sua primeira aposentadoria da F1.
A mansão é quase uma “fortaleza” particular
O imóvel tem quatro andares e fica sobre um terreno de cerca de 16 mil metros quadrados, o que equivale a pouco mais de duas vezes o tamanho de um campo de futebol oficial. Uma densa extensão de floresta circunda a propriedade, e uma cerca especial reforça a proteção do perímetro.
À época do acidente de Schumacher, em dezembro de 2013, a mansão foi avaliada em 50 milhões de libras, o equivalente a cerca de R$ 354 milhões. Em 2021, a imprensa britânica especulou que a esposa, Corinna, teria colocado o imóvel à venda para custear os tratamentos do marido, avaliado em torno de R$ 400 milhões. A informação nunca foi confirmada.
O que tem lá?
Em 2007, o jornal alemão Bild descreveu a mansão em detalhes. Segundo a publicação, a Villa de la Reserve conta com oito quartos, cinco banheiros, sauna, banheira de hidromassagem com banho turco e um minicinema particular com capacidade para 30 lugares.
A propriedade também tem uma praia privativa de 200 metros à beira do lago, de onde Schumacher costumava usar lanchas e jet-skis. Uma sala de troféus guarda parte das memórias da carreira do piloto, e uma ampla garagem abriga uma coleção de 25 veículos, entre eles uma Ferrari FXX, uma Maserati e vários jipes. Há ainda relatos de um campo esportivo oficial construído no próprio terreno.
A vida após o acidente
Em dezembro de 2013, durante férias de esqui em Méribel, nos Alpes franceses, Schumacher bateu a cabeça contra uma rocha e sofreu um traumatismo craniano grave. Ele foi mantido em coma induzido por meses e, desde que recebeu alta hospitalar, a família adotou silêncio total sobre sua condição.
O heptacampeão foi figura central na Fórmula 1 por décadas, tendo conquistado cinco títulos consecutivos entre 2000 e 2004 pela Ferrari. Seu filho Mick também seguiu a carreira nas pistas, tendo competido na F1 entre 2021 e 2022.





