Polícia Civil do Rio já ouviu 18 testemunhas do assassinato de juíza

A Polícia Civil ouviu,  até o início da tarde deste sábado, 18 depoimentos de pessoas a respeito do assassinato, no fim da noite de quinta-feira, da juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. O crime ocorreu diante da casa da juíza, em Niterói (RJ).  Os trabalhos de investigação estão sendo acompanhados de perto pela chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha.

Apesar de a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro ter comunicado ontem (12), em nota, que as investigações sobre o assassinato da juíza estão a cargo exclusivo da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, a Superintendência Regional da Polícia Federal voltou a se colocar à disposição do governo fluminense para prestar apoio à elucidação do caso, caso seja necessário.

Segundo informou o delegado titular da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, responsável pela investigação do crime, 21 tiros atingiram o corpo da magistrada, a maioria na cabeça. O delegado disse que o carro da juíza foi atingido por balas de pistola calibre 40, usadas pelas polícias Civil e Militar, e de calibre 45, de uso exclusivo das Forças Armadas.