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Professor revela os desafios em dar aulas na Maré

Para estudar, jovens precisam enfrentar adversidades

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Se a adolescência já não é uma fase  fácil, ela pode ser ainda mais difícil para quem vive em um lugar como o complexo de favelas da Maré (Zona Norte do Rio), onde 16 comunidades se espalham por uma área de 800 mil metros quadrados de carência, perigo e um código de sobrevivência muito particular.  Em meio aos mais de 150 mil moradores, estão ali 15 mil alunos da rede pública de ensino, jovens para quem as coisas simples da vida não são tão simples assim: ir à escola, por exemplo, exige muita força de vontade diante do desinteresse dos pais  e do fascínio exercido pelo tráfico de drogas. A violência e a corrupção policial também jogam contra esses jovens.  

Se a educação é um desafio para os alunos, também o é para os professores, que com criatividade e nervos de aço driblam a violência, a falta de recursos e a desmotivação dos estudantes.  A Redes, uma  organização da sociedade civil de interesse público que atua na Maré, promoverá um seminário, na UFRJ, para discutir a educação na comunidade, com a participação da secretária municipal Cláudia Costin. A data ainda não foi definida, mas o Jornal do Brasil conversou com um professor de uma das muitas escolas da comunidade. Protegido pelo anonimato, ele fala  abertamente sobre quem é e o que  pensa o jovem da violenta periferia do Rio de Janeiro. 

>> Leia a reportagem completa no JB Digital