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RIO - O projeto de Recuperação Ambiental da Bacia do Rio Macacu, realizado pelo Estado, promete melhorar o abastecimento de água para São Gonçalo, Niterói, Itaboraí, Cachoeiras de Macacu e da Ilha de Paquetá. A região sofre com a redução da oferta de água devido ao desmatamento e assoreamento do Rio Macacu.
As obras de reflorestamento das margens do Rio Macacu e a criação de um Parque Fluvial serão iniciadas nesta quinta-feira. O custo do projeto é de R$ 10 milhões.
O novo Parque Fluvial formará um corredor florestal ao longo das margens Rio Macacu e do Rio Guapiaçu. A recuperação dessa bacia inclui obras no canal dos rios, de barrancos e margens, atingidos pela erosão. As águas do Rio Macacu são tratadas no sistema Imunana-Laranjal da Cedae.
O replantio das matas ciliares será feito por mais de 300 detentos que cumprem penas em regime aberto e semi-aberto, através de um convênio firmado com a Fundação Santa Cabrini e com a empresa Águas de Niterói Segundo wagner Victer, presidente da nova Cedae, o Rio Macacu é um importante manancial para o abastecimento do futuro Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).
O Projeto de Recuperação Ambiental da Bacia do Rio Macacu terá também o apoio da Concessionária Águas de Niterói e das universidades UFF e UFRRJ, além de acompanhamento técnico do Instituto Estadual de florestas (IEF) e das prefeituras de Cachoeiras de Macacu, Guapimirim e Itaboraí.
Participam da cerimônia o governador Sergio Cabral, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, o presidente da Nova Cedae, Wagner Victer, e o presidente da Concessionária Águas de Niterói, Cláudio Abduche, além de prefeitos de municípios da região.