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CPI das Crianças Desaparecidas cobra planejamento das operadoras sobre o 'Alerta Pri'

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Em nova audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito das Crianças Desaparecidas, nesta quinta-feira (26), na Alerj, as operadoras de telefonia foram convocadas novamente a prestar contas do que foi feito para tirar o 'Alerta Pri' do papel. Pela lei nº 9.182/ 2020, regulamentada em março deste ano, toda vez que uma criança desaparecer no Estado do Rio de Janeiro, a população deverá receber alertas de SMS em seus celulares com informações que ajudem na localização dos menores.

Representantes da Conexis (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia) e da Polícia Civil já estiveram na CPI no mês passado e iniciaram um grupo de trabalho, na ocasião, para viabilizar tecnicamente o funcionamento do Alerta. Depois de alguns encontros, serão apresentados os resultados nessa sexta-feira (27).

"Nossa expectativa é de que o alerta comece a ser testado no próximo mês. Nos debruçamos a entender quais os impedimentos técnicos que impediam o alerta de começar a funcionar. Avançamos bastante. Nosso objetivo principal continua sendo divulgar ao máximo as informações sobre crianças desaparecidas. E o Alerta Pri é nosso grande aliado, como já aconteceu com o Alerta Amber, nos Estados Unidos", destacou o presidente da CPI, Alexandre Knoploch (PSL).

Participarão do encontro a delegada titular da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), Elen Souto; Ildeu Borges, gerente regulatório da Conexis (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia); Daniela Martins, gerente de Relações Institucionais da Conexis; Leonardo Ananias, gerente de Desenvolvimento do Departamento Geral de Tecnologia da Informação e Telecomunicações da Polícia Civil; Edizênia Maria Lima Passos, assessora jurídica da ABr Telecom e André Rabelo Gravina, Supervisor de Projetos da ABr Telecom.