ARTIGOS

Aplausos

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Por TARCISIO PADILHA JUNIOR
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Publicado em 16/02/2022 às 09:57

Alterado em 16/02/2022 às 09:57

Há sempre
a escolha.
                 Abraham Maslow

 

Acreditamos que crianças têm reações perspicazes com pessoas e eventos, pois não se prendem a racionalizações. Adultos, aprendemos a ser influenciados por aparências e notícias, tendemos a atribuir poder a pessoas além da realidade.

Crianças veem coisas que nos recusamos a ver. Os melhores executivos mantêm essa qualidade, que lhes permite avançar por terrenos difíceis, que os outros evitam. Um instrumento sensível, mede as situações e registra reações viscerais.

A liderança não é uma questão de especialização. Empreender novos rumos ao pensamento exige reflexão crítica, que permite compreender a interconexão dos eventos, oferecendo os meios para que possam ser superadas ideias convencionais.

Transformações não começam quando as condições estão piores, mas quando estas começam a ser aperfeiçoadas.

O desenvolvimento e a preservação da comunidade na organização devem concretamente ser a maior prioridade. Pessoas aprendem mais com suas próprias situações, afinal o domínio de um problema está nas mãos de quem o vivenciou.

Conhecer a direção do trabalho de uma pessoa na organização, os problemas e as possibilidades que ele apresenta, requer envolvimento do gerente, mas exige tempo e dedicação. E explica por que razão se recorre ao elogio como substituto.

Raramente uma aproximação emocional, já dizia vovô: delicie-se com aplausos, mas não acredite muito neles.

Engenheiro, é autor de "Por Inteiro" (Multifoco, 2019)

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