Escândalo dos atos secretos do Senado acabou em pizza

Menos de dois anos depois do escândalo dos atos secretos, José Sarney (PMDB-AC) foi eleito novamente para a presidência do Senado. Em seu discurso de posse, terça-feira, ele passou batido na questão e sequer mencionou a grave crise vivida na Casa sob seu comando.

Das denúncias da existência de atos “não publicados” – termo adotado pela sindicância interna que apurou o caso – até agora, as punições para os envolvidos ficaram apenas no âmbito administrativo.

O caso está na Justiça e nenhuma decisão foi tomada. Sindicância interna resultou na suspensão do ex-diretor geral do Senado – hoje deputado distrital – Agaciel Maia (PTC), entre outros ex-diretores envolvidos, e na demissão do ex-diretor de Recursos Humanos, João Carlos Zoghbi, que perdeu o emprego não pelo envolvimento nos atos secretos mas por ter usado uma ex-babá de 83 anos como laranja de uma empresa que intermediava contratos com a Casa. Ele tenta reaver o cargo no STF, que ainda não tem previsão de julgamento.

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