Pagar pedágio mas voltar a pé

 

Ao se completar o primeiro mês com o ex-presidente Lula à espera de alguma coisa que não sabe se ocorrerá, mas que o persegue dia e noite, começa a ficar mais claro (para ele) que os fatos mantêm curso independente das expectativas, com vida própria e riscos exclusivos. Não cabe reclamação.

Não serão poucos  os que já procuram impressão digital em indícios que precedem fatos e complicam personagens. Estão à espreita os azares das coincidências imprevisíveis na sequência que não se completará tão cedo. O ex-presidente já deve saber que os acontecimentos não esperam por ele, nem se dispõem a estar à disposição dele daqui a quatro anos. Os precedentes históricos são relativos por um lado e absolutos pelo outro. A diferença entre um ex-presidente e um presidente começa antes de se consumar a passagem do poder. E não termina enquanto um dos dois não desiste.

 

 

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