Governo deve liberar licitações para 7 rodovias federais, diz Mantega

Agência Brasil

SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou na terça-feira à noite, em São Paulo, que o governo federal pretende liberar, até outubro, as licitações para as concessões de sete grandes lotes de rodovias federais.

- O Tribunal de Contas da União já aprovou esses lotes, já desenvolvemos o modelo, está aprovado. Só falta colocar a licitação na rua. Até o final do ano, provavelmente em outubro, já teremos as licitações desses grandes corredores de tráfego - disse.

Segundo Mantega, essas sete rodovias federais serão depois administradas pelo setor privado.

De acordo com o ministro, as obras de infra-estrutura previstas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) já estão sendo realizadas e o país está virando um grande canteiro de obras.

- O Brasil já está se transformando num canteiro de obras. Basta ver o nível da construção civil, a ampliação dos financiamentos e dos projetos de construção civil. Esse setor está crescendo mais de 7% ao ano - afirmou.

Mantega negou que a liberação dos recursos para as obras do PAC esteja demorando.

- As obras já estão sendo feitas porque várias construtoras estão utilizando os créditos da Caixa Econômica Federal e do setor privado. No ano passado, foram mais de R$ 20 bilhões só para a construção civil - acrescentou.

Mantega assegurou que os recursos do setor público também estão disponíveis.

- Posso garantir que no Ministério da Fazenda os recursos estão disponíveis. Demoram um pouco mais porque requerem projetos executivos. O setor público sempre precisa fazer licitação. A trajetória é mais complicada, porém eles serão feitos - disse.

Segundo o ministro, futuramente também serão desenvolvidos os projetos de saneamento, "que demoram um pouco mais porque são feitos juntamente com os estados e municípios".

O ministro participou, na capital paulista, da entrega do prêmio Maiores e Melhores, da Revista Exame. Também participaram do evento o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia.

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Saiba mais