Portal Terra
SÃO PAULO - Uma investigação do Ministério Público Estadual, que reconstituiu os minutos anteriores ao desabamento das obras da Linha 4 do Metrô de São Paulo, dia 12 de janeiro, aponta que teria havido tempo suficiente para que um plano de emergência tivesse sido acionado, evitando a tragédia que deixou sete pessoas mortas.
De acordo com informações do jornal Folha de São Paulo, o plano não foi implantado pelo Consórcio Via Amarela, responsável pelas obras no local.
A reconstituição se deu a partir do depoimento do mestre-de-obras Adair André da Silva, que determinou a saída dos funcionários do túnel antes do desmoronamento.
O documento mostra que desde o primeiro aviso de risco de desabamento, até a queda propriamente dita, houve um intervalo de quase 5 minutos. A promotoria conclui que, se no primeiro momento o alarme tivesse sido acionado, a tragédia poderia ter sido evitada.