Portal Terra
SÃO PAULO - Os nove homens apontados através de uma minuciosa investigação de fazer parte de um bando que fraudava de diversas formas as construções de casas populares pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) do Estado de São Paulo, foram levados na tarde desta segunda-feira para o Centro de Detenção Provisória (CDP) Tácio Aparecido Santana, unidade do sistema prisional do Estado localizado no Município de Caiuá (SP).
A unidade construída para abrigar os presos que aguardam julgamento possui lugar para 760 lugares, mas abriga pouco mais de mil presos.
Os presos deixaram a cadeia pública de Presidente Venceslau, e embarcaram em um caminhão da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) com escolta, de onde seguiram para o presídio de Caiuá.
Foram para o presídio o engenheiro civil Francisco Emílio de Oliveira, o agrimensor Jovem Marcos Corrêa Miras, o engenheiro civil Climério de Toledo Pereira, o coordenador da empresa Tejofran Mário Antonio Dale Vedove Moreno, o contador Caio Tavares Bertasso, o contador José Roberto Kol, além dos irmãos Carlos Eduardo Sampaio Kauffmann, Arthur Kauffmann e Luís Paulo Sampaio Kauffmann.
Eles devem permanecer recolhidos no CDP, a princípio, na inclusão, onde vão ficar por dez dias separados dos demais presos. Durante este período, não poderão tomar banho de sol, e não vão receber nenhuma visita. Após os dez dias, serão incluídos no convívio comum, onde passarão a ter contato com outros presos.
No presídio, após os dez dias, eles terão direito á assistir televisão e ouvir rádio AM. Os detidos poderão receber alguma alimentação extra, materiais de higiene (tudo controlado) e visitas (inclusive as íntimas). Eles devem usar uniformes de presos e manter cabelos e barba aparados.