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GOINIA - A decisão sobre a acusação do Ministério Público de Goiás de que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares teria recebido indevidamente como professor estadual entre 2001 e 2005 deverá sair somente daqui a 30 dias. Nesta segunda-feira, o juiz responsável pelo caso, Ari Ferreira de Queiroz, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, ouviu quatro testemunhas do caso.
Delúbio Soares não compareceu à audiência, sendo representado por seu advogado Sebastião Ferreira Leite. Também são acusados no processo Noeme Diná Silva e a deputada federal reeleita Neyde Aparecida da Silva (PT), ex-presidentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego). Somente Noeme foi ao fórum pessoalmente.
Aos invés de discutir a ação, o juiz determinou prazo de 10 dias para que o Ministério Público (MP) reúna suas sustentações finais - via memorial -, mesmo prazo para que os advogados apresentem seus memoriais.
A Secretaria Estadual de Educação informou que ele está afastado do cargo de professor e não recebe salário desde fevereiro de 2005. Também existe um processo administrativo para demitir Delúbio, entretanto ainda não há data de julgamento.