Vem aí o general do BB: André Brandão pediu pra sair

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O fato é que ninguém aguenta mais Jair Bolsonaro. A não ser alguns representantes menos votados das Forças Armadas, mais precisamente, generais aposentados que têm sido premiados com altos cargos e faturado a visibilidade que o Planalto dá.

Na tarde desta sexta (26), é possível imaginar a caserna de samba-canção de olho nos caixas eletrônicos do Banco do Brasil. Tudo porque o presidente do BB, André Brandão, anunciou que não suporta mais trabalhar com  Bolsonaro e está deixando o cargo.

E muito mais agora, que ele foi ameaçado de demissão pelo chefe de governo terror da Bolsa de Valores: depois do banho de água fria da desvalorização da Petrobras, agora também a queda significativa das ações do BB.

"Desde o início do ano, Brandão tem passado por um processo de fritura por parte do Palácio do Planalto. A crise começou com o anúncio de reestruturação no BB, com medidas que envolvem o fechamento de 112 agências e o desligamento de 5 mil funcionários, por meio de programas de demissão voluntária", diz o Estadão.

Vida que segue?

Evidente que não.(segue)

Economistas alinhados com o Ministério da Economia já dizem na Esplanada dos Ministérios que o próximo a pendurar a chuteira será o Paulo Guedes.(segue)

Aí será terra arrasada, e a turma do Informe não torce por isso, é bom frisar.

 



Homem com máscara de proteção e luvas caminha em frente a uma agência do Banco do Brasil no Centro do Rio
André Brandão