-->Contr a seus par es, os empr e -
sários do setor de com unica -
ções, J oão Car los Saad, vulgo
J ohnn y , da Rede Bandeir antes
de T ele visão , en v olvido em um
calote m ultimilionário e em es -
cândalos f amiliar es, se alinhou
à política da e x-ministr a Er e -
nice Guerr a (Casa Ci vil), que
deixou r ecentemente o go v erno
Lula, acusada, com seus filhos,
de tráfico de influência e de
r ece bimento de pr opinas.
Como Er enice Guerr a, J ohnn y
apoiou a 1ª Confecom (Conferên -
cia Nacional de Com unicação), r ea -
lizada em dez embr o do ano pas -
sado , em Br asília, e consider ada
uma tentati v a go v ernamental de
cer cear a liber dade de impr ensa.
A iniciati v a é até hoje conde -
nada por entidades do setor , como
a Associação Br asileir a de Emis -
sor as de Rádio e T ele visão (Abert),
a Associação Br asileir a de Inter -
net, a Associação Br asileir a de TV
por Assinatur a, a Associação de
J ornais e Re vistas do Interior do
Br asil, a Associação Nacional dos
Editor es de Re vistas e a Associa -
ção Nacional de J ornais.
J ohnn y Saad se nota biliza,
nesta semana, por usar sua r ede
de rádio e tele visão par a amea -
çar , com di vulgação de menti -
r as, calúnia, dif amação e injú -
ria, empr esários concorr entes
inter essados em compr ar o con -
junto de fibr as óticas da TV Ci -
dade, subsidiária da Bandeir an -
tes, que v ai a leilão judicial.
Seu alv o de ataques, em e v i-
dente jornalismo marr om, é o g r u-
po lider ado pelo empr esário Nel-
son T a n u r e, que se inter essou pe-
la compr a, como outr as compa-
nhias do setor de telecom unica-
ções, a e xemplo da NET , de ser-
viços de tele visão a ca bo .-->Dívida-->A TV Cidade, g r aças à incom -
petência ger encial de J ohnn y ,
c hamado de golpista pelos seus
próprios irmãos, tem uma dí -
vida estimada em R$ 680 mi -
lhões. Sem as fibr as óticas, v ai
certamente que br ar , podendo
arr astar par a a f alência a pró -
pria Rede Bandeir antes, como
v em r eportando o J ornal do
Br asil, em r esposta aos ataques
do dirigente das emissor as.
Inf ormações pr eliminar es r e -
v elam que o primo gênito de J oão
J o r ge Saad, par a a g r adar ao g r u-
po de Er enice e buscar v antagens
par a seu g rupo , em disputa de
espaço com a R ede Globo , par-
ticipou da Confecom como dele-
gado e v otou em plenário , acom-
panhado de outr os dirigentes do
g rupo , le v ados ao constr angimen-
to , pois seis das oito entidades
empr esariais que integ
rava m a
comissão or ganizador a do e v ento
se af astar am.
Na v otação , a Band não se opôs
à pr oposta de criação do Conselho
F eder al de J ornalismo , r ejeitada
em 2004, por justamente amea-
çar a liber dade da impr ensa.
A 1ª Confecom apr o v ou 672
pr opostas que, no futur o , poderão
tr ansf ormar -se em pr ojetos de lei
ou orientar as políticas públicas
da ár ea de com unicação .
Os v eículos e as entidades con-
sider ar am que a pr oposta de es-
ta belecer um contr ole social da
mídia não passa de um modo de
censur ar os ór gãos de impr ensa,
cer ceando a liber dade de e xpr es-
são , limitando o dir eito à inf or-
mação e coibindo a li vr e inicia-
ti v a. Como justificati v a par a fu-
r ar o bloqueio das mais impor-
tantes e r epr esentati v as empr e -
sas do setor , J ohnn y Saad sur-
pr eendeu, ao sustentar que o fó-
rum não te v e objeti v os políticos.-->Caixinha-->Neto do e x-go v ernador Adhe-
mar de Barr os, f amoso no m undo
político br asileir o pelos slo gans
-->Rouba mas faz
-->e
-->Caixinha (10%)
do Adhemar
-->, J ohnn y é pr ocessado
pelos seus irmãos na disputa dos
espólios dos pais, que o acusar am
de ter desferido um “Golpe de
Estado” na Bandeir antes.
O empr esário Nelson T an ur e
tentou, no v amente ontem, ter seu
dir eito de r esposta di vulgado ,
compr ando espaço e tempo na TV
Bandeir antes e no jornal g r atuito
Metrô, do mesmo g rupo . A mando
de J ohnn y , a R ede Bandeir antes
negou-se a aceitar os anúncios.-->Chefe da Band apoiou conferência considerada
tentativa de cer cear a liber dade de impr ensa-->SAAD –
Empr esário, chefe da Rede Bandeirantes (ter ceir o, da esquer da para a dir eita), durante a r ealização da Confecom